Hoje, quando regressava ao trabalho depois do almoço, vinha a contar as lojas que fecharam recentemente aqui no bairro...
Impressionante....o mercado de rua não aguenta.
Olhei á volta e no centro da cidade, numa zona de tanta passagem, animação nocturna e ainda universidades, poucos são os negócios que se mantêm abertos no espaço de 2 anos....
Mantem-se ali a "Tasca do Plástico", que por ser barato/rápido e bom de gosto embora mau de alimentação.....
Depois é ver ruas inteiras com montras cobertas de papel e letreiros a dizer ALUGA-SE.... ou prédios inteiros fechados e em total estado de degradação....
Não consigo compreender....obrigam as pessoas a ir morar para fora do centro de lisboa onde encontram casas com preços mais acessiveis, onde existe pequeno e médio mercado.....onde existe parqueamento....
E Lisboa???
Fica deserta? Fica assim...meia assombrada??
Estes prédios abandonados não podiam ser o alojamento que tantos precisam e procuram??
O excessivo preço de rendas e a falta de negócio face á crise não obriga os lojistas a fechar as portas???
O que nos resta? centros comerciais???
Sinceramente custa-me ver a minha cidade assim....
EuZinha
Os centros comerciais vieram desertificar as cidades e acabar com os negócios de rua, juntamente com os chineses que até os ciganos se ressentiram por causa deles, é impossivel combater os preços dos chineses. Eles trabalham todo o dia "por uma tigela de arroz", sem fins de semana nem férias. É o que nos espera, não falta muito.
ResponderEliminarE nos centros quem domina, são sempre os mesmos! Os grandes!
è verdade amiga. Vê-se muito grandes lojas que fecham e tchanam.....abrem lojas do chinês....
ResponderEliminarè triste que eles tenham mais regalias que nós....
Passa pela rua de S. Paulo e vai de uma ponta a outra. É só contá-las. Estamos condenados a não ter comércio de rua. Aqui na minha zona, e até já contei lá no blog, em 15 dias abriram 4 lojas, entre frutarias e mercearias, com donos: chinês, paquistanês e indianos.
ResponderEliminarJá agora, embora concorde em parte com o que diz Amiga da Onça, a crise veio agravar muito a situação criada pelos grandes centros comerciais.
ResponderEliminarVIC*
ResponderEliminarA Rua de São Paulo já só lhe resta uma sapataria lá bem no fim....e o Minipreço....
Sim os Pasquitaneses também estão em todo lado....
Isto tá mesmo complicado, já me aconteceu querer comprar uma prenda ou uns sapatos e ter de ir ao centro comercial de proposito....
A minha vida deu uma volta de 360* por não ter capacidade de fazer concorrência aos chineses.Até me questiono a mim mesma, mas o que é verdade é que foi uma luta inglória. Se eu mandasse as importações seriam só bens de 1ª necessidade. Tudo o resto tinha de ser fabricado em Portugal. Era ver as fábricas a trabalharem em pleno.
ResponderEliminarInfelizmente, é uma realidade por todo o país: o pequeno comércio nos centros das cidades está a esfumar-se por completo...ainda me lembro, quando era mais novo e havia possibilidade de ir a Coimbra, correr aquelas ruas da baixa com a minha mãe...era um mundo de gente...hoje, os shoppings substituiram este comércio de rua.
ResponderEliminarSim, e as habitações poderiam servir para alojar sem abrigos!
É triste, aqui na cidade fecham lojas todos os dias.
ResponderEliminaré muito triste mesmo :(
ResponderEliminarAinda este fds comentava isso mesmo em relação ao FUnchal. Perece uma cidade abandonada...tanta loja fechada, lojas históricas mesmo que não resistiram.
ResponderEliminarTêm passado pela Almirante Reis?
ResponderEliminarChineses, indianos, paquistaneses e o resto tudo fechado...
Uma tristeza!
infelizmente não irá ter tendência para melhorar. será necessário haver uma mentalidade diferente por parte dos nossos políticos e de quem aluga, que não pode pedir a mesma renda que antigamente. Pura e simplesmente não há dinheiro, os bancos não emprestam e se as rendas forem altas, os preços são altos e aí ninguém compra. Faz falta uma reorganização urbanística
ResponderEliminarConcordo Luis!!
ResponderEliminarè necessario uma mudança de atitude...estamos a perder o que é nosso...eu nao percebo como podem preferir uma cidade fantasma à alegria de outrora....quando havia bairros cheios de gente e de pequenos comerciantes
Infelizmente, não é a tua cidade, é o país inteiro
ResponderEliminarhomem sem blogue
homemsemblogue.blogspot.pt
É realmente triste. Na semana passada reparei que uma florista, que tinha sempre uma montra linda de morrer (e que alegrava o meu caminho para casa, pois enquanto estava parada no semáforo ficava sempre a ver as flores, plantas e afins) também fechou... Perdeu-se metade da beleza daquela rua...
ResponderEliminareste aluguer está a ocupar o teu tempo todo, não? ;)
ResponderEliminar